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Fluxo de trabalho de escrita acadêmica com IA

Fluxo de trabalho de escrita acadêmica passo a passo com IA: escolha um tópico, crie um esboço, encontre fontes confiáveis, cite corretamente

Pontos-chave

  • Comece com uma pergunta de pesquisa e um esboço antes de escrever. A IA funciona melhor no planejamento; um bom esboço evita rascunhos desnecessários e mantém seu argumento claro.
  • Aproveite a IA para redigir e revisar, mas mantenha o controle sobre as fontes e citações. Deixe a IA ajudar com clareza e estrutura, mas verifique cada fonte no Google Acadêmico, SciELO ou Portal CAPES, e construa um mapa de citações enquanto escreve.
  • Trate as verificações de originalidade como uma etapa de revisão. Execute verificadores de plágio e detecção de IA cedo, corrija seções sinalizadas com especificidade e interpretação própria, e verifique novamente antes de entregar.

A IA pode tornar a escrita acadêmica mais rápida e menos estressante — mas só se você usá-la como um fluxo de trabalho estruturado em vez de pular entre ferramentas aleatoriamente.

O erro mais comum? Não é usar IA. É usá-la sem sistema: redigir no ChatGPT, corrigir gramática no LanguageTool, parafrasear em outro lugar, verificar plágio em uma aba separada, e depois se preocupar se fez tudo certo antes de entregar o TCC ou trabalho.

Este guia oferece um processo realista para qualquer trabalho acadêmico no contexto brasileiro. Você aprenderá a ir do tema à entrega, estruturar seu trabalho conforme as normas ABNT, encontrar fontes confiáveis em bases de dados nacionais, gerenciar citações, e verificar originalidade sem cair na ansiedade por detecção de IA.

Por que a escrita acadêmica parece difícil mesmo com IA

Raramente o problema é que você seja um mau escritor. A escrita acadêmica exige várias habilidades ao mesmo tempo, e a maioria não é ensinada claramente nas universidades brasileiras.

Primeiro obstáculo: a fragmentação do fluxo de trabalho. Um estudante típico escreve no Google Docs, gera ideias no ChatGPT, corrige gramática no LanguageTool, reescreve no QuillBot, verifica plágio em outro lugar, e depois executa detecção de IA em uma ferramenta separada. Cada mudança introduz fricção. Cada ferramenta modifica o texto de maneiras ligeiramente diferentes. Assim você termina com uma escrita inconsistente e pouco natural.

Segundo obstáculo: a estrutura. Quando você trabalha com muito material, é difícil ver o argumento. Você começa a coletar fontes, citar coisas e escrever parágrafos, mas o trabalho não tem coluna vertebral — especialmente problemático em TCCs que exigem uma estrutura rígida.

Terceiro obstáculo: as normas ABNT. NBR 6023 para referências, NBR 10520 para citações, NBR 14724 para estrutura de trabalhos acadêmicos. São simples em teoria. Na prática, se tornam um sumidouro de tempo — especialmente com muitas fontes e exigências específicas de cada instituição.

Quarto obstáculo: políticas e detecção. As políticas sobre IA variam muito entre universidades brasileiras. USP, UNICAMP, federais e particulares têm abordagens diferentes. Além disso, se você escreve de forma muito formal, seu texto pode soar mais repetitivo, o que ironicamente o torna mais propenso a ser marcado por detectores de IA — mesmo quando é 100% humano.

A solução não é outra ferramenta. É um fluxo de trabalho que ajude você a manter o controle.

Fluxo de trabalho passo a passo para escrita acadêmica com apoio de IA

Este fluxo de trabalho de 7 passos foi desenhado para ajudá-lo a utilizar a IA de forma estruturada e responsável, mantendo o controle sobre o conteúdo, as fontes e o tom acadêmico em cada etapa do processo.

Passo 1. Escolha um tema e uma pergunta de pesquisa verificável

A maioria dos trabalhos ruins começa com um tema vago. "Redes sociais", "Mudanças climáticas", "Inteligência artificial" — estes são campos inteiros, não temas de trabalho. Sua tarefa é reduzi-lo a uma pergunta que possa ser respondida com evidências.

Antes de escrever, faça-se três perguntas:

  • O que exatamente estou tentando explicar ou avaliar?
  • Que debate ou tensão existe neste tema?
  • Que tipo de evidência posso citar realisticamente dentro do meu prazo?

Uma boa pergunta de pesquisa soa específica, verificável e fundamentada na discussão acadêmica.

Por exemplo: "Como o uso de redes sociais afeta a atenção e os resultados de aprendizagem entre estudantes universitários de primeiro ano no Brasil?" é muito mais trabalhável que "As redes sociais são ruins?".

Se quiser apoio de IA aqui, use-a como assistente de brainstorming — não como tomador de decisões. Você pede que ela gere opções; você as avalia.

Prompt recomendado:

Estou escrevendo um trabalho universitário sobre: [tema amplo].
    Me dê 5 perguntas pesquisáveis adequadas para um trabalho de [número de palavras].
    Para cada uma, sugira 3 palavras-chave para buscar fontes no Google Acadêmico, SciELO ou Portal CAPES.
    

 

Uma vez que escolher uma pergunta, não avance até que possa imaginar como será sua evidência. Se não consegue visualizar que tipos de fontes citará, ainda está muito amplo.

Passo 2. Construa o esboço antes de escrever

O Passo 1 dá direção ao seu trabalho. O Passo 2 dá estrutura.

Fazer um esboço é a forma mais rápida de escrever mais rápido, porque evita que você escreva parágrafos que apagará depois.

No mínimo, seu esboço deve responder: o que cada seção contribui para seu argumento?

O formato varia segundo o tipo de trabalho:

TCC (Trabalho de Conclusão de Curso): Segue a estrutura ABNT — introdução com justificativa e objetivos, referencial teórico, metodologia, resultados/discussão, e conclusão. Cada capítulo deve conectar-se logicamente ao próximo.

Artigo científico: Formato IMRAD (Introdução, Métodos, Resultados e Discussão) ou variações aceitas pela revista-alvo. Mais conciso que o TCC.

Ensaio acadêmico: Tese clara, seções de argumentos com evidências, pelo menos um contra-argumento, e conclusão que mostre o que seu argumento significa.

Revisão de literatura: Não deve ser uma lista de resumos. Precisa de temas: em que os estudos concordam, onde divergem, e que lacunas existem.

Prompt recomendado:

    

Crie um esboço para um [TCC / artigo / ensaio / revisão de literatura] sobre: [pergunta].
    Extensão total: [palavras].
    Considere a estrutura ABNT (NBR 14724).
    Inclua seções, contagem aproximada de palavras e tipo de evidência por seção.
    

 

Passo 3. Encontre fontes confiáveis sem alucinações

Aqui é onde a IA pode enganá-lo mais. Ela pode sugerir fontes que parecem reais — até formatadas como ABNT — mas que não existem. Se seu trabalho inclui uma fonte falsa, sua credibilidade colapsa.

A regra de ouro: a IA pode ajudá-lo a buscar ideias, mas você verifica as fontes em bases de dados confiáveis.

Bases de dados recomendadas para o Brasil:

  • Portal de Periódicos CAPES (periodicos.capes.gov.br) — Acesso gratuito para estudantes com CPF vinculado à instituição. Maior acervo de artigos científicos do Brasil.
  • Google Acadêmico (scholar.google.com.br) — Cobertura global. Use filtros de idioma e data.
  • SciELO Brasil (scielo.br) — Principal biblioteca digital de periódicos científicos brasileiros. Acesso aberto a textos completos.
  • BDTD (bdtd.ibict.br) — Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações. Excelente para fundamentação teórica.
  • Redalyc (redalyc.org) — Rede de revistas da América Latina, Caribe, Espanha e Portugal.
  • Repositório institucional da sua universidade — Teses, dissertações, TCCs e publicações de professores.
  • Plataforma Lattes/CNPq (lattes.cnpq.br) — Para verificar publicações de pesquisadores e encontrar trabalhos citados em currículos.

Verificação em 5 passos quando a IA sugere uma fonte:

  1. Busque o título exato no Google Acadêmico ou SciELO
  2. Confirme que autor e ano coincidam
  3. Verifique que está publicado em revista ou editora credível
  4. Busque um DOI se for artigo de revista
  5. Leia pelo menos o resumo para confirmar que apoia seu ponto

Se algum passo falhar, não corrija a citação. Substitua a fonte.

Dica para economizar tempo: Para reduzir o risco de erros, você pode usar uma ferramenta de verificação de fatos que comprova automaticamente se uma fonte foi inventada pela IA. Este tipo de ferramenta compara nomes, autores e anos de publicação com bases de dados científicas reais, e sinaliza imediatamente referências suspeitas ou inexistentes.

Uma vez confirmadas as fontes, é recomendável usar um gerador de citações para formatar automaticamente as citações e a lista de referências (ABNT, APA, etc.). Isso ajuda a cumprir com os padrões acadêmicos, evitar erros técnicos nas referências, e se concentrar no conteúdo do seu trabalho.

Frases como "revisão sistemática", "metanálise" ou "estudo longitudinal" levam rapidamente a trabalhos com pesquisa sólida.

Também economiza tempo coletar fontes por afirmação. Quando encontrar um trabalho, anote qual parte do seu argumento ele apoia e qual achado você citará. Isso evita o problema de "tenho 12 PDFs e não sei o que fazer com eles".

Passo 4. Redija com tom acadêmico que ainda soe humano

O que a maioria não entende: a escrita acadêmica não é "formal". É precisa. Muitos rascunhos de IA soam acadêmicos porque são formais, mas falham porque são vagos.

Se sua escrita parece robótica, provavelmente faltam três coisas:

  • Especificidade: Não diga "a tecnologia impacta a sociedade". Diga qual tecnologia, qual sociedade, qual impacto.
  • Interpretação: Você explica o que a evidência significa no seu argumento. A citação que usa serve para provar algo e você explica por que importa.
  • Voz: A voz acadêmica não é casual, mas é clara sobre sua postura. Frases como "Isso sugere que", "Uma limitação importante é", ou "Estes achados indicam" funcionam bem.

Um bom exercício: Elimine frases que poderiam aparecer em qualquer trabalho. Substitua-as por detalhes concretos do seu tema.

Se depois de revisar algumas seções ainda soam mecânicas, você pode usar uma ferramenta de humanização de texto como apoio. Isso reescreve ritmo e estrutura preservando terminologia e citações. Atenção: os resultados podem precisar de ajustes manuais — funciona melhor como assistente de edição, não como solução automática.

Passo 5. Formate as citações corretamente segundo a ABNT

Os erros de citações são uma das formas mais rápidas de perder pontos, mesmo com um bom argumento. No Brasil, a maioria das universidades exige ABNT — e os detalhes importam.

Normas ABNT essenciais:

  • NBR 10520 — Citações no texto (direta, indireta, citação de citação)
  • NBR 6023 — Referências bibliográficas
  • NBR 14724 — Estrutura de trabalhos acadêmicos

Erros típicos a evitar:

  • Autores faltantes ou com nome invertido incorretamente
  • Ano incorreto ou ausente
  • Formato inconsistente (misturar APA com ABNT)
  • Lista de referências que não coincide com as citações no texto
  • Uso incorreto de "apud" (citação de citação)

A prevenção mais fácil: criar um "mapa de citações" enquanto redige. Após cada seção, pergunte:

  • Qual é a afirmação principal aqui?
  • Qual fonte a comprova?
  • Onde está citada essa fonte?

Exemplos de formatação ABNT:

Citação direta curta (até 3 linhas):

Segundo Silva (2020, p. 45), "a educação digital transformou as práticas pedagógicas".

Citação indireta:

A educação digital tem transformado significativamente as práticas pedagógicas (SILVA, 2020).

Referência de livro:

SILVA, João Carlos. Educação Digital no Brasil. 2. ed. São Paulo: Editora Acadêmica, 2020.

Ferramentas úteis: Zotero, Mendeley, ou o gerador de referências do Google Acadêmico podem ajudar, mas sempre revise o resultado — geradores automáticos frequentemente erram detalhes da ABNT.

Passo 6. Verifique originalidade e corrija problemas sem pânico

Aqui é onde os estudantes confundem duas coisas: detecção de plágio e detecção de IA.

Verificação de plágio: Busca similaridade com texto existente — citações, referências, frases comuns, material citado. Um score de similaridade não é automaticamente ruim; o que importa é o que está destacado e se as citações estão corretas.

Detecção de IA: Estima se os padrões de escrita se assemelham a texto gerado por máquina. Estas ferramentas não são perfeitas. Falsos positivos ocorrem, especialmente com tom formal e estudantes que escrevem de forma muito estruturada.

Importante: nenhum detector é 100% preciso. O objetivo não é se obcecar com o score, mas identificar seções específicas que você pode melhorar com sua própria voz.

Antes de entregar, pode ser útil analisar quais seções poderiam parecer geradas por IA usando um detector de padrões. Este tipo de ferramenta identifica estruturas repetitivas, transições simétricas e ritmo uniforme.

Se uma seção for marcada, não reescreva tudo. Corrija os padrões típicos:

  • Adicionar detalhes específicos do tema
  • Eliminar transições genéricas
  • Variar o ritmo das frases
  • Inserir sua interpretação após as citações

Introduções e conclusões costumam precisar de mais atenção, porque a IA tende a produzir enquadramentos genéricos. Se precisar de ajuda para diversificar estrutura, a ferramenta de humanização mencionada antes pode sugerir variações — mas sempre revise e ajuste o resultado.

O objetivo não é "0% IA", mas um texto claro, específico e bem fundamentado.

Passo 7. Use uma lista de verificação final

Antes de enviar seu trabalho, faça uma revisão que o proteja de problemas previsíveis:

  • A introdução estabelece claramente a tese ou pergunta?
  • Cada parágrafo contribui para o argumento?
  • Cada afirmação importante tem evidência?
  • As fontes são verificáveis e suficientemente recentes?
  • As citações coincidem com a lista de referências?
  • A formatação segue a ABNT (margens, espaçamento, fonte)?
  • Os elementos pré-textuais estão completos (capa, folha de rosto, sumário)?

Se sua universidade tem regras estritas, mantenha um histórico de versões. Salve rascunhos e conserve notas. Se precisar explicar seu processo de escrita, essa documentação importa.

Uso ético de IA em trabalhos universitários no Brasil

As políticas universitárias sobre IA estão mudando rapidamente no Brasil. Algumas universidades permitem IA para edição, outras com declaração, outras a proíbem completamente.

A abordagem mais segura: tratar a IA como apoio para aprendizado e revisão, não como substituto do seu pensamento.

Se seu professor exige declaração, não adivinhe. Escreva uma declaração clara que explique como usou a IA e o que você fez por conta própria.

Exemplo adaptável:

    

Utilizei ferramentas de IA para apoiar o planejamento, a revisão de clareza e o formato de citações. As fontes foram verificadas de forma independiente nas bases de dados acadêmicas (Portal CAPES, SciELO, Google Acadêmico) e o conteúdo foi revisado para assegurar originalidade e conformidade com as normas ABNT.
    

 

Se seu professor proíbe a IA completamente, siga essa política. Se não está clara, pergunte. Sempre é melhor do que arriscar um mal-entendido.

Melhores ferramentas para escrita acadêmica com IA

Se você quer completar um trabalho sem abrir dez abas, a abordagem é simples: uma ferramenta para esboço e rascunho, uma forma confiável de encontrar fontes, e um lugar para citações e verificações.

A regra principal: a IA é excelente para redigir e revisar, mas seu trabalho sempre deve incluir fontes verificadas, seu raciocínio, e suas edições finais.

Um conjunto mínimo inclui:

  • Assistente de escrita com IA (ChatGPT, Claude, etc.)
  • Portal CAPES, Google Acadêmico, SciELO, ou base de dados da sua universidade
  • Gerenciador de referências (Zotero, Mendeley) — configure para ABNT
  • Verificador de fatos e citações para confirmar fontes antes de incluí-las
  • Detector de padrões de IA para identificar seções que precisam de variação
  • Ferramenta de reescrita para diversificar estrutura quando necessário

Plataformas como JustDone reúnem várias dessas funções em um só lugar — verificação de fatos, geração de citações, detecção de padrões e humanização — o que reduz a fragmentação do fluxo de trabalho.

Mais ferramentas não significam melhor resultado. Frequentemente significam mais inconsistência. A chave: poucas ferramentas bem integradas, e sempre seu julgamento editorial no final.

Conclusão

A escrita acadêmica com IA se torna simples quando você para de tratá-la como atalho e começa a tratá-la como fluxo de trabalho.

O objetivo real não é "soar humano" para um detector. É escrever um trabalho claro, baseado em evidências, que mostre seu pensamento e cumpra com os padrões acadêmicos brasileiros.

Comece com uma pergunta pesquisável. Construa o esboço antes de redigir. Verifique cada fonte. Escreva com especificidade. Mapeie citações conforme avança. Formate segundo a ABNT. Revise originalidade e edite com reflexão.

Perguntas frequentes

Os estudantes podem usar IA para escrita acadêmica?

Em muitos cursos, sim — especialmente para esboços e revisão. Mas sempre siga a política do seu professor e declare o uso de IA quando exigido. Consulte o regulamento da sua universidade.

Como evito fontes falsas da IA?

Nunca confie em citações de IA sem verificá-las no Google Acadêmico, SciELO, Portal CAPES ou no repositório da sua biblioteca. Se não encontrar a fonte, substitua-a.

Qual a diferença entre ABNT e APA?

A ABNT é o padrão brasileiro, regulamentado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas. Difere da APA em formatação de citações no texto, ordem dos elementos nas referências, e uso de maiúsculas. No Brasil, a maioria das universidades exige ABNT.

Como posso escrever uma revisão de literatura mais rápido com IA?

Use IA para extrair temas e comparar trabalhos, mas verifique fontes e leia seções-chave. Seu valor está na síntese, não no resumo.

O que devo fazer se meu professor proíbe a IA?

Siga a política estritamente. Se não está clara, pergunte o que é permitido. Não arrisque sanções.

Como verifico originalidade se não tenho acesso ao Turnitin?

Você pode usar um detector de padrões como o JustDone para autoverificação e identificar seções problemáticas. Lembre-se que nenhum detector é perfeito — podem ocorrer falsos positivos com escrita formal. Sua proteção mais forte: evidência sólida, citações corretas, e raciocínio pessoal claro.

Como acesso o Portal CAPES?

Acesse periodicos.capes.gov.br. Estudantes de instituições públicas e muitas particulares têm acesso gratuito vinculando seu CPF através do sistema CAFe (Comunidade Acadêmica Federada). Consulte a biblioteca da sua universidade para instruções específicas.

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